O Fim do Mundo Segundo Hollywood

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As cinco primeiras cidades a serem destruídas segundo o cinema norte-americano

Terremotos, tsunamis, meteoros, vulcões, ultra inversões climáticas, apocalipse zumbi. Nos últimos anos Hollywood não poupou esforços para fazer diversos filmes para cada catástrofe natural possível, ou mesmo filmes com todos os desastres imagináveis. “O Dia Depois de Amanhã”, “Armageddon”, “2012”, “10.5: Apocalipse”, “O Apocalipse”, “Fim do Mundo”, “Impacto Profundo”, “A Noite dos Mortos Vivos”, “O Despertar dos Mortos”, e por aí vai. Assistindo a todos esses filmes é possível encontrar certo padrão de destruição, por exemplo, naqueles filmes com chuvas de meteoros, em quase todos Paris é a primeira cidade a ser atingida. Já em filmes de zumbi, a primeira posição é dividida entre Londres e o interior dos Estados Unidos. Nos filmes de Tsunami, quem acaba por primeiro é sempre Nova Iorque. Enfim, o Adoro Viagem fez um levantamento com os principais filmes de fim do mundo e lançamos agora uma lista com as cinco primeiras cidades fadadas a sumirem do mapa... de acordo com Hollywood.

1º Nova Iorque

Nova Iorque está em todos os filmes de apocalipse. Já desabou com terremotos, foi congelada, engolida por tsunamis, alvejada por meteoros, destruída por alienígenas. De fato a capital do mundo não está em uma posição muito estratégica quanto a catástrofes. Na beira da costa leste dos EUA, possui alguns dos maiores monumentos e edifícios do mundo, como o Empire State, Chrysler Building, Estátua da Liberdade, além de receber mais de 30 milhões de turistas todo ano e ser um dos centros econômicos e culturais mais importantes do planeta. 

2º Paris

Geralmente Paris é a primeira cidade a ser alvejada por meteoros e a terceira a ser inundada ou engolida por uma fenda nas placas tectônicas. Como que teleguiados, os meteoritos conseguem atingir de primeira o Arco do Triunfo, a Pirâmide do Louvre e, claro, a Torre Eiffel, que apesar de ser feita de metal, desaba em chamas como se fosse de papel. De qualquer modo, a Cidade das Luzes, de grandes filósofos modernos, dos cafés na Champs-Élysées, também não escapa.

3º Londres

Apesar de ser destruída rapidamente e não ser muito comentada na maioria dos filmes de fim do mundo, a capital inglesa quase sempre é destruída logo depois de Nova Iorque e Paris. Às vezes antes desta, outras após Washington, a cidade da rainha, contudo, não fica pra traz. Por estar localizada em uma ilha e próxima a costa, Londres geralmente é engolida pelo mar, quando meteoros não atingem o Big Ben em cheio, levando junto todo o Palácio de Buckingham, o parlamento britânico, a London Eye, sem esquecer de derrubar a Ponte de Londres.

4º Washington

Com exceção do filme “Independence Day”, no qual Washington é a primeira, a capital americana tem lugar cativo no quarto lugar de cidades destruídas. O presidente e sua comitiva sempre permanecem honrosamente na Casa Branca até o último minuto, escapando a bordo do Air Force 1 quase sendo engolido por alguma super explosão. Congelada em “O Dia Depois de Amanhã” ou inundada em “2012”, o centro político e a maior biblioteca do mundo, a Biblioteca do Congresso Americano, nunca se salvam, apenas demoram um pouco mais, na metade do filme.

5º Los Angeles

Finalmente, em quinto lugar está a cidade de Los Angeles, na Califórnia. A capital do cinema não aparece com a mesma frequência que as quatro primeiras cidades e suas catástrofes não são muito criativas, na maioria das vezes é destruída por terremotos. A única variação é o tipo e intensidade do mesmo, se é engolida por uma fenda na crosta terrestre (2012), afunda com terremotos (10.5: Apocalipse) ou se, além disso, também é atingida por ondas gigantes. Contudo, ainda é mais destruída que as cidades que ocupariam o sexto e sétimo lugares, Tóquio e Hong Kong.

Conclusão

O mundo acaba sempre no hemisfério norte, com exceção de “2012” e “Presságio”, Nós que estamos no hemisfério sul sempre nos salvamos, isso quando também não salvamos os outros, como em “O Dia Depois de Amanhã”, no qual a população dos Estados Unidos, fugindo das inversões climáticas, termina de ocupar o México. No geral, se a vida imitar a arte hollywoodiana o Brasil não tem motivos para se preocupar.

 
Última atualização em 20/12/2012 as 01h00

Guilherme Guinski

esportes, praia, noite

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